Germano Vieira impugna decisão da concelhia do PS e nega acusações de insultos e assédio

Após a decisão da Comissão Política Concelhia (CPC) do Partido Socialista de Arcos de Valdevez, que decidiu por unanimidade a retirada de confiança política a Germano Abreu Vieira a 11 de Maio, o militante socialista impugnou a decisão dos órgãos locais, cabendo agora à Comissão de Jurisdição da Federação Distrital do PS a decisão final.

Em declarações ao AVV, Germano Vieira nega quaisquer actos insultuosos ou de assédio de que é acusado por João Braga Simões [veja a notícia aqui: “Insultos, injúria e assédio” motivaram a quebra de confiança da concelhia do PS de Arcos de Valdevez a Germano Vieira], líder da concelhia socialista, que terão motivado a quebra de confiança política, comunicada após votação.

Não perdendo a militância, a impugnação apresentada por Germano Vieira abre assim a hipótese de reverter a saída do Grupo do PS na Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez, na qual o deputado já se apresentou e interveio como independente na sessão de 29 de Junho.
Germano Vieira assume que “desde o início” [da eleição de João Braga Simões para a CPC] foi contestatário das opções do novo líder daquele órgão e reitera que o representante local do PS “não tem queda para a política”, mas frisa que nunca foi ofensivo.

“Comecei a contestar a linha de actuação do partido e fiz algumas críticas internas, o que não tem a nada a ver com insultos, nem injúrias nem assédio”, assegura.

Diz que a actual concelhia lidera “um partido que não representa os militantes”, por não ter até ao momento realizado nenhum plenário dos dois planeados para o ano 2018.

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