O Festival da Canção no rio: As criações de Zé Mokuna são “o espectáculo dentro do espectáculo”

O último dia das festas concelhias arcuenses (de 1 a 12 de Agosto) em honra de Nossa Senhora da Lapa, no dia 12 de Agosto, conta com a habitual criatividade de José Barbosa da Costa (Zé Mokuna), que há quase quatro décadas tem contribuído para que as margens do Rio Vez ganhem um especial interesse nestes festejos.

A Festa do Rio, junto à ponte centenária de Arcos de Valdevez, contará mais uma vez com os barcos alegóricos e o tema trabalhado pelo artista para a edição de 2018 é “Portugal na Eurovisão”.

Depois da vitória de Salvador Sobral no festival europeu da canção em 2017, Portugal foi o anfitrião do evento em 2018. Acorreram milhares de fãs à Altice Arena, em Lisboa, onde decorreram os espectáculos das semi-finais e final, mas a canção que representou Portugal, composta pela Isaura e interpretada por Cláudia Pascoal, não foi além do último lugar da tabela europeia. Acabaria por se sagrar campeã a controversa canção da israelita Netta Barzilai, “Toy”.

Será por isso de esperar que Zé Mokuna aborde o tema com a pitada de humor e sarcasmo que geralmente caracterizam as suas criações, cujos elementos escultóricos são de resto “um espectáculo dentro do espectáculo”, como observou o presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, João Manuel Esteves.

“Estas festas terminam sempre com um evento único no panorama das festas do Alto Minho ou em Portugal, que é a Festa do Rio, com os barcos alegóricos. [O evento] distingue-nos claramente e é um momento de grande espectáculo, de realização cultural e artística”, considerou João Manuel Esteves.

 

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