Os arcuenses têm uma escolha a fazer

O momento actual é de reflexão sobre o passado e de preparação para o futuro. Os arcuenses, como todos os eleitores nacionais, são chamados às urnas para fazer o seu julgamento da última legislatura e escolher quem vai dirigir o país nos próximos 4 anos.

A tranquilidade conquistada desde 2015, depois de todas as dúvidas iniciais que uma solução governativa como a que foi encontrada suscitou, permitiu aos portugueses, finalmente, poder olhar com confiança e esperança para o futuro. Foram anos de crescimento económico, de convergência com a Europa e de redução do desemprego. Sente-se na vida dos portugueses que a estratégia de comiseração, auto-flagelação e moralização falsa que nos foi infligida entre 2011 e 2015 não era o caminho para o país.
As mudanças que o país precisa não podem ser feitas contra o povo. Aliás, devem ser feitas com o povo e pelo povo.

Os próximos 4 anos irão apresentar desafios, é certo, mas o percurso feito até agora, com passos firmes, escolhas correctas e, acima de tudo, contas certas, atesta a responsabilidade do Executivo de António Costa. Portugal conquistou a recuperação sem orçamentos rectificativos. Portugal fez isto sem orçamentos inconstitucionais. Portugal fez isto, recuperando a credibilidade externa, conseguindo exportar soluções para a Europa, aumentando o espectro de influência dos países do Sul da Europa, contribuindo para o equilíbrio e coesão da Europa, preservando os valores europeus e sem deixar ninguém para trás, nem aqueles que desconfiam da Europa.

E o melhor de tudo é que Portugal fez tudo isto sem que nenhuma das sombras que quiseram lançar sobre os portugueses escurecesse o caminho. Ao ponto de a súmula das críticas, da direita à esquerda é que se podia ter feito mais e melhor. Pois bem, estamos de acordo, o PS também acha que o caminho trilhado foi bom, mas não chega. É preciso fazer mais e melhor, pelo Alto Minho e por Portugal. Este é o nosso compromisso aqui, com os arcuenses, e daqui para o país.

No papel que a mim me toca, e julgo também poder falar pela Dora Brandão, ambos integrando a lista do Partido Socialista por Viana do Castelo, faremos o nosso trabalho de influência para continuar a garantir que o Alto Minho tem a atenção que merece.

O que foi feito por este governo no Alto Minho nestes quatro anos de Governo de António Costa não tem paralelo noutro qualquer governo. E isto é assumido por todos, mesmo de outros partidos: Os acessos ao Porto de Mar de Viana do Castelo, as requalificações de escolas por todo o distrito, a modernização e electrificação da Linha do Minho, num investimento de 83 M€, o desbloqueio do Portugal 2020 que permitiu o apoio directo às empresas do Alto Minho no valor global de 300 M€.
E, na frente, Tiago Brandão Rodrigues a liderar a equipa de candidatos por Viana do Castelo, um cabeça-de-lista de fibra alto-minhota e uma costela arcuense, que por onde passa ergue bem alto a bandeira do distrito.

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