A família participa com, grande mágoa, o falecimento do seu ente querido e comunica que o seu corpo que o seu corpo encontra-se, domingo, dia 20 de janeiro,  na Casa Mortuária das Aveleiras, Rio Frio, e o seu funeral realiza-se segunda-feira, dia 21 de janeiro, às 9h00, na Capela das Aveleiras. Após celebração das cerimónias religiosas irá a sepultar no Cemitério local.

A família participa com profundo pesar o falecimento deste seu ente querido, que se encontra em câmara ardente na Capela de Vilar de Suente – Soajo.
O seu funeral realiza-se Domingo, dia 20 de Janeiro, pelas 13:00 Horas, na Capela de Vilar de Suente – Soajo, na qual será celebrada missa de corpo presente. Findos os atos religiosos irá a sepultar no cemitério deste lugar.

A família participa com profundo pesar o falecimento deste seu ente querido, que tem saída prevista do Centro Funerário de Arcos de Valdevez, Sábado, dia 19 de Janeiro, pelas 14:00 horas, para a Casa Mortuária do Vale, onde se encontrará em câmara ardente.
O seu funeral realiza-se Domingo, dia 20 de Janeiro, pelas 08:30 Horas, na Igreja Paroquial do Vale, na qual será celebrada missa de corpo presente. Findos os atos religiosos irá a sepultar no cemitério desta freguesia.

Realizou-se uma Assembleia Municipal na qual foi discutido, entre outros pontos de ordem do dia, a questão da concessão das águas.

Ora o PCP, exercendo o seu direito constitucional de liberdade de expressão, colocou uma faixa alusiva ao tema no relvado que se encontra junto à casa das artes.

Sucede que no dia seguinte, a faixa tinha desaparecido.

Passaram longos dias, e nada. Ninguém se tinha dirigido aos órgãos do PCP locais para entregar fosse o que fosse.

Perante este aparente furto, foi apresentada queixa-crime e requeridas as imagens de vídeo do local.

Passaram novamente longos dias.

Eis que surge a resposta: tinha sido a Câmara Municipal, em gesto de indesmentível bonomia, que tinha retirado a faixa de local. 

E a explicação é de tal forma clara, que não deixamos da verter neste artigo:

“ (…) damos nota que a referida faixa de propaganda política do PCP foi por nós retirada do espaço público no final da sessão dessa noite da Assembleia Municipal, uma vez que o tema nela vertido estava em conexão com o votado e decidido nessa sessão, pelo que não o fizemos antes; esta nossa ação visou restabelecer o enquadramento e limpeza do espaço em questão, que nunca teve qualquer elemento de difusão partidária e não está definido como tal, tentando de igual modo a preservação da sua vandalização, dada a forte passagem de pessoas neste local até horas tardias da noite.

Mais informamos que essa faixa está à nossa guarda, pelo que está disponível para devolução ao seu proprietário, o PCP; tal não foi feito antes pelo facto de pensarmos que seria feita alguma diligência para a sua localização e por manifesto esquecimento da nossa parte.”

Perante esta resposta a apreciação que fazemos da atitude da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez – sim, porque segundo o Presidente de Câmara, ele assumia tudo o que de errado acontecia na instituição a que preside – é de que se verifica um misto de preocupação inusitada pelo eventual vandalismo contra a faixa, aliado a um manifesto desconhecimento da lei ao se referir que o espaço em questão não “está definido como tal”.

Vai-se ao ponto de afirmar de que era o PCP que deveria procurar a faixa, rematando com um “esquecimento” por parte da Câmara Municipal em informar o PCP de que a faixa havia sido retirada.

O PCP tudo fará para que a liberdade de expressão em Arcos de Valdevez não sofra novo revés.

Ser livre é uma luta constante. Cá estaremos para a travar.

A família participa com profundo pesar o falecimento deste seu ente querido, que tem saída prevista do Centro Funerário de Arcos de Valdevez, Quarta-feira, dia 16 de Janeiro, pelas 10:00 horas, para a Igreja Paroquial de Giela, onde se encontrará em câmara ardente.
O seu funeral realiza-se no mesmo dia, pelas 15:30 Horas, na Igreja Paroquial de Giela, na qual será celebrada missa de corpo presente. Findos os atos religiosos irá a sepultar no cemitério desta freguesia.

Passado pouco mais de um ano sobre as Eleições Autárquicas de 2017 e um ano sobre a eleição da Comissão Política Concelhia do PS que me elegeu como seu Presidente, é tempo de fazer um balanço ao trabalho desenvolvido pelo PS e pelos seus legítimos representantes. 

Partimos para 2018 com a noção do enorme desafio que tínhamos pela frente, saídos de umas eleições difíceis com um resultado menos expressivo do que o trabalho e o projecto que apresentamos aos eleitores faziam prever. No entanto, mantivemos a visão do que deve ser uma instituição partidária de oposição no concelho como o de Arcos de Valdevez e como terá que ser quando ganhar o poder. Ouvimos o que os arcuenses pretendem do maior partido de oposição, acolhemos os contributos daqueles que dentro da estrutura estão interessados em construir um partido vencedor e arregaçamos as mangas. Percebemos que depois de pôr a máquina em movimento, qual Lei de Newton, geramos uma força centrípeta que trouxe para o nosso núcleo mais militantes, mais simpatizantes e mais obreiros da construção da Alternativa. E, naturalmente, este mesmo movimento de avanço gerou também uma força centrífuga que afasta do seu núcleo alguns elementos menos alinhados. Felizmente, estes últimos tornaram-se satélites vigilantes em órbita, sempre alerta para correções na trajectória e assistindo ao movimento inexorável da máquina.

Passado um ano desta redefinição interna percebemos que o tempo dos partidos de protesto acabou, em Arcos de Valdevez e em Portugal. Quem não perceber isto vai rapidamente transmutar-se de protestante para populista, com todos os perigos inerentes e que vamos conhecendo cada vez mais perto de nós. Actualmente, quem se apresenta aos eleitores está obrigado a mostrar em que é que o seu projecto é diferente e melhor que o vigente. É da maturidade da Democracia que se trata. Já não basta ser do “contra” para se ganhar o Poder. É preciso ser do “contra” mas ser consequente, construtivo.

Com estas certezas e o desígnio de construir uma alternativa credível com que possamos garantir um futuro para todos os arcuenses, iniciamos um processo de reforço de militância, rejuvenescendo o partido com mais 30% de militantes do que há um ano atrás. Pusemos Arcos de Valdevez no mapa da Política do PS, trazendo em várias iniciativas figuras nacionais como Torres Couto, Alberto Martins, António Mendonça Mendes e José Luís Carneiro. Iniciamos um processo de formação dos quadros eleitos essencial para preparar a oposição em cada assembleia de freguesia em que estamos representados. Constituímos Grupos de Trabalho com membros do partido e da sociedade civil sobre temáticas fundamentais para o futuro do Concelho: Educação e Juventude; e, Ambiente e Ruralidade. Procuramos conhecer as necessidades dos vários sectores económicos e sociais do concelho, intensificamos a presença junto dos arcuenses num trabalho de equipa entre a Comissão Política Concelhia, Freguesias, Vereadora Dora Brandão e Assembleia Municipal. Só assim foi possível apresentar propostas como a do Conselho Municipal da Juventude, Assembleia Municipal Jovem, Revisão do Plano Municipal do Ambiente, uma Nova Fórmula de Cálculo dos Apoios às Freguesias mais justa e equitativa, Redução da Taxa de Participação Variável do IRS para 2019, Redução de IMI, etc. Todas estas propostas foram pensadas e apresentadas com sofisticação e preparação. Após anos de batalha política conseguimos finalmente que o Orçamento Participativo Municipal, uma medida essencial para a participação cívica e independência dos cidadãos arcuenses, fosse incluída nos planos do executivo municipal. Só não veem a luz do dia mais propostas do PS porque o tacticismo de quem dirige o Concelho não permite que o PS tome a dianteira nas reformas.

Num concelho com elevada perda de população, falta de igualdade de oportunidades para os jovens e desequilíbrio no incentivo nas diversas áreas geográficas do concelho, os contributos do PS serão incontornáveis e iremos continuar a dá-los, independentemente de os louros das medidas não ficarem connosco. 

Para este novo ano de 2019 que agora se inicia, com eleições europeias à porta e eleições legislativas em Outubro, temos a certeza de continuar a construir um concelho com oportunidades justas para todos, mais inclusivo, mais dinâmico, com um Partido Socialista com que os arcuenses se identifiquem e no qual confiem os seus destinos. Estamos certos de que só assim, trabalhando para os arcuenses, conseguiremos Construir a Alternativa que Arcos de Valdevez merece.

A família participa com profundo pesar o falecimento deste seu ente querido, que tem chegada prevista, Terça-feira, dia 15 de Janeiro, a partir das 14:30 Horas, ao Mosteiro da Miranda, onde se encontrará em câmara ardente.
O seu funeral realiza-se no mesmo dia, pelas 15:30 Horas, no Mosteiro da Miranda, no qual será celebrada missa de corpo presente. Findos os atos religiosos irá a sepultar no cemitério desta freguesia.

A família participa com profundo pesar o falecimento deste seu ente querido, que tem chegada prevista, Terça-feira, dia 15 de Janeiro, a partir das 08:00 Horas, à Igreja Paroquial de Vilela, onde se encontrará em câmara ardente.
O seu funeral realiza-se no mesmo dia, pelas 10:30 Horas, na Igreja Paroquial de Vilela , na qual será celebrada missa de corpo presente. Findos os atos religiosos irá a sepultar no cemitério desta freguesia.

A família participa com profundo pesar o falecimento deste seu ente querido, que tem saída prevista do Centro Funerário de Arcos de Valdevez, Domingo, dia 13 de Janeiro, pelas 16:00 horas, para a Igreja de Arcos de Valdevez (S. Paio), onde se encontrará em câmara ardente.
O seu funeral realiza-se Segunda-Feira, dia 14 de Janeiro, pelas 14:30 Horas, na Igreja de Arcos de Valdevez (S. Paio), na qual será celebrada missa de corpo presente. Findos os atos religiosos irá a cremar no crematório de Vale do Ave – V. N. de Famalicão.