Estamos no meio de uma (nova) crise energética. Preços instáveis, oferta em risco, dependência excessiva de países estrangeiros. E assim – juntamente com a necessidade de acelerar renovável – o temaeficiência energética voltou ao primeiro plano: nunca antes nesta fase histórica ficou claro que já não podemos dar-nos ao luxo de desperdiçar. Mas se o novo paradigma não seria simplesmente consumir menos, mas sim parar de desperdiçar sem perceber? A inicialização Sintropia.ai propõe exatamente essa mudança de abordagem, através da integração entre sensores IoT avançados e o poder de grandes modelos de linguagem.
A conexão entre sensores, inteligência artificial e grandes modelos de linguagem
O sensores inteligentes produzidos pela Sintropy.ai estão conectados à rede e monitoram luzes, aquecimento e máquinas, mas não se limitam a coletar dados: enviam-nos para uma inteligência artificial capaz de entender quando há desperdício. Graças a grandes modelos linguísticosos dados são interpretados e explicados ao utilizador de forma simples, permitindo assim reduzir custos relacionados com consumo de energia, manutenção e gestão.
A novidade não reside no sistema de monitorização, mas sim na interpretação dos dados e, portanto, na eliminação de complexidade técnica. Automatizar uma planta industrial ou um sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado sempre exigiu conhecimentos de programação ou técnicos especializados. Pelo contrário, o Sintropy.ai permite aos utilizadores interagir com o sistema de forma natural: além de mostrar gráficos que enquadram a situação em tempo real, a inteligência artificial compreende as necessidades do edifício e atua de forma autônoma otimizar cargas elétricas; sejam cozinhas profissionais, linhas industriais ou sistemas de iluminação.
As três fases principais da solução proposta por Sintropia.ai
Se durante anos dependemos de sistemas estáticos, intervenções manuais e posteriores correções, o Sintropy.ai propõe uma mudança de abordagem na gestão de energia, baseada numa leitura em tempo real do que acontece e deixar o sistema se adaptar em conformidade. O processo segue três fases. O primeiro é o detecçãocom sensores coletando milhares de dados por minuto; segue o aprendizado de máquinacom algoritmos que analisam padrões de consumo, identificam desperdícios e preveem necessidades futuras; o processo termina com a açãoquando a inteligência artificial comanda os atuadores para ligar, desligar ou modular cargas, reduzindo drasticamente os custos operacionais sem a necessidade de intervenção humana. Tornar cada decisão mensurável e concreta leva a uma redução imediata dos custos energéticos – na ordem dos quinze pontos percentuais – o que torna a sustentabilidade uma vantagem competitiva imediata.